Toda e qualquer empresa, desde uma start up até uma multinacional com muitos anos de existência e atuação, apresenta cada qual uma maneira peculiar de operar, gerenciar recursos, processos e pessoas, delegar responsabilidades e produzir resultados, o que resumidamente intitulamos de Modelo de Gestão.

Um Modelo de Gestão pode ser construído sob a maneira pessoal, intuitiva e até artística de seus executivos principais, onde o que prevalece são as características individuais no gerenciamento dos negócios; ou pode apresentar perfil mais pragmático e científico, estruturado em experiências e boas práticas consagradas de gestão. A verdade, porém, é que ainda que em dosagens diferenciadas, todas as empresas apresentam ambos os perfis.

Considerando este raciocínio sob a abordagem integrativa da gestão, constatamos que as empresas são instituições orgânicas, vivas, cujas respectivas singularidades as diferenciam umas das outras, ainda que atuem no mesmo segmento de negócios.

Sou de opinião que as empresas devem privilegiar forma e função dos Modelos de Gestão de maneira balanceada, razão pela qual estimulo a aplicabilidade do Modelo de Excelência em Gestão – MEG® desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade – FNQ, como boa prática de gestão a ser observada e executada, no todo ou em parte, por empresas interessadas em buscar a excelência de suas operações.

Estruturado em 8 (oito) Fundamentos, a 21ª edição do Modelo de Excelência em Gestão – MEG® objetiva atender as organizações interessadas em concretizar sua evolução de forma sustentável e com geração de valor para a sociedade e demais partes interessadas.

A representação gráfica do MEG está baseada no Tangram (quebra-cabeças chinês), através do qual é possível adaptar as diversas configurações do Modelo de Gestão atingindo aquele que faça melhor sentido para a organização que o adota como boa prática.MEG





  Carlos Medeiros Consultor e presidente da ABRACEM.