Baseada em um dos livros que faz parte da coleção “Na Vida como no Esporte”, esta narrativa é um convite à reflexão sobre Coaching.

O clima de Olimpíadas me fez recordar das experiências que tive com o esporte. Quando eu tinha 06 anos de idade minha mãe me levou para assistir um jogo de vôlei e eu adorei, era exatamente o que eu queria, ser como aquelas jogadoras... Ganhei uma bola colorida e resolvi praticar, afinal, queria jogar muito bem. Mas, parecia que aquela bola tinha vontade própria e percebi que não estava dando muito certo. Então, minha mãe resolveu me levar para ver uma competição de natação e eu adorei, era exatamente o que eu queria, nadar como um peixe... Mas, eu não deixei a bola de lado, antes da minha primeira aula de natação, enquanto brincava com a bola eu cai e ralei o joelho. Mesmo assim fui para aula, não a perderia por nada. Quando entrei na água aquele machucado ardia demais, quase não conseguia me movimentar. Enquanto me recuperava, minha mãe resolveu me levar para ver uma apresentação de dança e eu.... Adivinhe?! Adorei, era exatamente o que eu queria, ser como aquelas dançarinas! Recuperada e ansiosa, fui para minha primeira aula de dança e meu coraçãozinho bateu num ritmo diferente, me vendo dançar em frente ao espelho senti que finalmente havia me encontrado... Você sabe que dançar também é esporte, não é? Afinal, esporte é toda prática ordenada de exercícios físicos, seja de caráter competitivo ou simplesmente recreativo.

Na vida como no esporte, se você fizer as mesmas coisas que sempre fez, continuará obtendo os mesmos resultados, procure buscar coisas diferentes, que talvez ainda não tenha tentado, experimente, temos talentos que nem imaginamos... é preciso descobri-los.

Eu queria ser como aquelas dançarinas... e fui! Foram 10 anos dedicados à dança e durante esse tempo eu aprendi muitas coisas. Eu me inspirava com as melhores dançarinas, mas meu objetivo era ser uma dançarina de sucesso, atingindo meu potencial, a minha melhor versão. Sabia que para chegar onde queria levaria tempo e muitos passos precisariam de dados, para isso eu tinha metas a cumprir, era preciso dar um passo de cada vez e, principalmente, avaliar o desempenho.

Na vida como no esporte, as metas vão mostrar se estamos ou não no caminho certo para atingir o objetivo, por isso é fundamental saber onde estamos hoje, onde queremos chegar e quais passos deverão ser dados para se chegar lá. No caso do atletismo, por exemplo, fazer as provas em menor tempo pode representar um novo recorde e isso é um passo fundamental antes da vitória.

A dança, assim como outras modalidades, é um esporte de equipe, o que significa complemento, que o esforço e a dedicação é individual, mas o resultado é coletivo, é conquistado por todos. Cada um é fundamental. Fiz muitos amigos e confiávamos que podíamos contar um com o outro.

Na vida como no esporte, devemos assumir nossa responsabilidade sem atribuir culpa aos outros, reconhecer quem está nos apoiando e agradecê-los por isso. É preciso aprender com os erros, ter determinação e foco.

Durante esses anos, as lesões foram inevitáveis e precisei de momentos para recuperação, trocando de posição na coreografia ou ainda me poupando dos treinamentos. Nesses momentos sempre contei com o apoio dos colegas da minha equipe e principalmente da minha treinadora.

Na vida como no esporte, as derrotas aparecem, mas precisamos usá-las como motivação para superação, assim como qualquer outro obstáculo e desafio.

Aprendi muito, afinal a vida é um aprendizado permanente, por isso seja curioso! Em vários momentos eu tive medo. Medo de me machucar de novo, de não me recuperar, de não alcançar meu objetivo, mas aprendi a controlar essa emoção me preparando cada vez mais, pensava nas técnicas e nos ensaios, e não nos resultados negativos e consequências que me preocupavam.

Na vida como no esporte, o medo é uma ilusão, nós não temos medo do desconhecido, mas daquilo que imaginamos que possa vir a acontecer.

Comprometimento é fundamental, pois nos faz continuar lutando e nos dedicando, na busca permanente por nossos objetivos, mesmo diante das grandes dificuldades.

Na vida como no esporte, não há atalhos, há um longo caminho a ser percorrido. Precisamos identificar os pilares da construção da carreira, tudo o que precisa ser feito como uma base sólida.

Talvez, sucesso para você seja ultrapassar os próprios limites, é transpor obstáculos e barreiras que não poderia imaginar ser possível. A medalha pode ser o reconhecimento pela conquista, mas a certeza de ter feito o seu melhor não tem preço.

Na vida como no esporte, temos que fazer escolhas, traçar novos caminhos, rumo a outros objetivos e o fim pode ser apenas um novo começo.

Em 2000, eu escolhi tirar o meu time de campo, não desisti, apenas fiz novas escolhas. Voltei a dançar 15 anos depois e hoje me sinto realizada! Ao longo da vida, outros interesses vão aparecendo e vamos tendo novos sonhos sobre quem queremos ser e qual legado deixaremos. Duas coisas jamais devem ser abandonadas: aprendizado e esporte! Independentemente de qualquer caminho que você escolher, tenha sempre em mente: objetivo, metas, responsabilidade, foco, determinação e comprometimento. A melhor versão de si mesmo está mais próxima do que imagina e o Coaching vai te apoiar neste caminho.

Na vida como no esporte, temos que ter relações de parceria e confiança para revelar o nosso potencial. Esse é o papel do Coach.

Como profissional de Coaching, desenvolvo processos para potencializar os seus recursos pessoais, atingir metas com eficiência, eliminar limitações, encontrar harmonia e equilíbrio interior, para que você desfrute de uma vida plena e bem-sucedida!

(Fonte: Administradores)


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